Mudanças no ranking de agências

O ranking das agências de propaganda em 2009, segundo o levantamento do Ibope Monitor pelos investimentos dos clientes em mídia, traz algumas novidades no pelotão de frente. Ganharam posição entre as dez maiores do mercado as agências Borghierh/Lowe e a Fischer+Fala!. Perderam lugar a McCann Erickson e a Leo Burnett. No mais, há pequenas alterações de posição, com a liderança folgada da agência Young & Rubicam, que opera a conta do maior anunciante do País, as Casas Bahia.

A soma de autorizações de mídia feitas pelos clientes da Young & Rubicam somaram R$ 4,858 bilhões, sem que sejam considerados os descontos praticados entre os veículos de comunicação. No mercado, há quem arrisque que, em 2009, houve descontos de até 80% do valor de tabela que é considerado pelo Ibope Monitor em sua pesquisa. Mesmo com a defasagem, o ranking é referência para o meio publicitário.

“O resultado de 2009 representa um aumento de 6% sobre os investimentos do ano anterior, o que é ótimo em um ano marcado pela retração econômica por causa da crise financeira global”, diz Marcos Quintela, presidente da agência Young & Rubicam do grupo do publicitário Roberto Justus.
A agência está na liderança desse ranking desde 2002, quando assumiu a posição que, por décadas, foi ocupada pela McCann Erickson – agência que deixou a quinta posição no ano passado. O ranking completo com as 50 maiores agências do Brasil será divulgado na quinta-feira.

Entre as dez primeiras aparece em segundo lugar a AlmapBBDO (com investimentos de R$ 1,825 bilhão; depois está a JWT (R$ 1,548 bilhão); Ogilvy & Mather (R$ 1,534 bilhão); Borghierh/Lowe (R$ 1,485 bilhão); DM9DDB (R$ 1,411 bilhão); NeogamaBBH, (R$ 1,358 bilhão); Africa (R$ 1,296 bilhão); Fischer+Fala!, (R$1,151 bilhão); e Giovanni +Draftfcb ( R$ 1,115 bilhão).

Fora a rede varejista, Unilever, AmBev, Caixa Econômica e Hyndai são os maiores anunciantes. As Casas Bahia, que garante a liderança da Young, representa 40% dos investimentos bruto pelo Ibope Monitor. “Esse valor de compra de mídia não gera receita proporcional para a agência”, explica Quintela.”As Casas Bahia respondem por 32% da nossa receita efetiva.Outros clientes foram bem ativos, como TAM e Danone”.

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