Simplesmente sensacional o comercial do diário The Guardian. Eles entenderam tudo. Não adianta se apegar aos velhos métodos. Aqui, guardadas as devidas diferenças de alcance (entre os ingleses a banda larga é superior, mais barata e mais rápida), dois casos recentes confirmam a fórmula. O jornalismo hoje se dá em rede.A garota morta no Hopi Hari estava sentada em uma cadeira interditada no brinquedo Torre. Os investigadores testaram outra cadeira. Nas redes sociais pipocaram fotos da cadeira interditada que expunham o erro. Outra situação dramática, a da moça que morreu brutalmente atropelada, teve manifestação em protesto pela agressividade de motoristas contra bicicletas, convocada nas redes. Parou a avenida Paulista.
Jornalismo se dá em rede
Postado por Marili Ribeiro em 03/03/2012
http://mariliribeiro.com/2012/03/03/jornalismo-se-da-em-rede/
Post anterior
Longe de virar um ectoplasma e aplaudida de pé
Longe de virar um ectoplasma e aplaudida de pé
Post seguinte
A TV da sobrevivência, para a Folha
A TV da sobrevivência, para a Folha
Deixe um comentário
